terça-feira, 3 de maio de 2011

Publicidade

A publicidade é uma actividade profissional dedicada à difusão pública de ideias associadas a empresas, produtos ou serviços, propaganda comercial...





Código da Publicidade


Artigo 22.º - A
(Veículos automóveis)
1 - É proibida a publicidade a veículos automóveis que:
a) Contenha situações ou sugestões de utilização do veículo que possam pôr em risco a segurança pessoal do utente ou de terceiros;
b) Contenha situações ou sugestões de utilização do veículo perturbadoras do meio ambiente;
c) Apresente situações de infracção das regras do Código da Estrada, nomeadamente, excesso de velocidade, manobras perigosas, não utilização de acessórios de segurança e desrespeito pela sinalização ou pelos peões.

2 - Para efeitos do presente Código, entende-se por veículos automóveis todos os veículos de tracção mecânica destinados a transitar pelos seus próprios meios nas vias públicas.





Publicidade Institucional

A publicidade Institucional é aquela que não tem fins lucrativos e é conduzida com o objectivo de utilidade pública ou de interesse geral.

Publicidade Comercial



A publicidade comercial tem como objectivo persuadir o publico a adquirir o produto.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Os Maias

A acção de "Os Maias" decorre em Lisboa, na segunda metade do séc. XIX, e conta-nos a história de três gerações da família Maia.
A acção inicia-se no Outono de 1875, altura em que Afonso da Maia, nobre e rico proprietário, se instala no Ramalhete. O seu único filho, Pedro da Maia, de carácter fraco, resultante de uma educação extremamente religiosa e proteccionista, casa-se, contra a vontade do pai, com a negreira Maria Monforte, de quem tem dois filhos, um menino e uma menina. Mas a esposa acabaria por o abandonar para fugir com um Napolitano, levando consigo a filha, de quem nunca mais se soube o paradeiro. O filho, Carlos da Maia, viria a ser entregue aos cuidados do avô, após o suicídio de Pedro da Maia.
Carlos passa a infância com o avô, formando-se depois, em Medicina em Coimbra. Carlos regressa a Lisboa, ao Ramalhete, após a formatura, onde se vai rodear de alguns amigos, como o João da Ega, Alencar, Dâmaso Salcede, Palma de Cavalão, Euzébiozinho, o maestro Cruges, entre outros. Seguindo os hábitos dos que o rodeavam, Carlos envolve-se com a Condessa de Gouvarinho, que depois irá abandonar. Um dia fica deslumbrado ao conhecer Maria Eduarda, que julgava ser mulher do brasileiro Castro Gomes. Carlos seguiu-a algum tempo sem êxito, mas acaba por conseguir uma aproximação quando é chamado por Maria Eduarda para visitar, como médico a governanta. Começam então os seus encontros com Maria Eduarda, visto que Castro Gomes estava ausente. Carlos chega mesmo a comprar uma casa onde instala a amante.
Castro Gomes descobre o sucedido e procura Carlos, dizendo que Maria Eduarda não era sua mulher, mas sim sua amante e que, portanto, podia ficar com ela.
Entretanto, chega de Paris um emigrante, que diz ter conhecido a mãe de Maria Eduarda e que a procura para lhe entregar um cofre desta que, segundo ela lhe disse, continha documentos que identificariam e garantiriam para a filha uma boa herança. Essa mulher a mãe de Maria Eduarda era também a mãe de Carlos.
Contudo, Carlos não aceita este facto e mantém abertamente, a relação, incestuosa, com a irmã. Afonso da Maia, o velho avô, ao receber a notícia morre de desgosto.
Ao tomar conhecimento, Maria Eduarda, agora rica, parte para o estrangeiro, e Carlos, para se distrair, vai correr o mundo.
O romance termina com o regresso de Carlos a Lisboa, passados 10 anos, e o seu reencontro com Portugal e com Ega.

Realismo

Realismo foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, mais especificamente na França, em resposta ao Romantismo.
Características:
             -Veracidade
- Contemporaneidade
- Retrato fiel das personagens
- Gosto pelos detalhes
- Materialismo do amor
- Denúncia das injustiças sociais
      - Determinismo e relação entre causa e efeito
- Linguagem próxima à realidade

Eça de Queirós



 José Maria de Eça de Queirós nasceu 25 de Novembro de 1845 e morreu em Paris, a 16 de Agosto de 1900.
Eça de Queirós, natural da Póvoa de Varzim, é considerado como um dos mais importantes escritores portugueses.
Eça foi autor de vários romances, de onde se destacam, “Os Maias” e “O crime do Padre Amaro”.

Geração de 70


Deu-se este nome a um conjunto de intelectuais, escritores, que se afirmaram entre 1861 e 1871, impondo em Portugal um novo caudal de ideias e novos modelos literários vindos da Europa, que revestiram então em Portugal aspectos de uma verdadeira revolução artística e cultural.
Da Geração de 70 fazem parte Antero de Quental, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Teófilo Braga, Ramalho Ortigão, Batalha Reis.